segunda-feira, 24 de outubro de 2011

É preciso produzir 200 milhões de Bíblias para suprir demanda de evangélicos no País


Na última semana a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) comemorou a marca de 100 milhões de Bíblias produzidas. O número apesar de importante esconde um outro fato: a produção ainda é insuficiente e não atende ao número de evangélicos no Brasil. A informação foi dada pelo Secretário de comunicação da entidade, Erni Seibert. Para atender a tiragem teria que ser duplicada.

Em entrevista, Seibert detalhou em números a produção de Bíblias em território nacional, produção essa que ocupa o topo nos números das Sociedades Bíblicas mundo afora. Por ano, cerca de seis milhões de exemplares são impressos pela entidade brasileira, dos quais 20% são exportados para mais de 100 países nos cinco continentes. Um quinto de toda a produção das Sociedades Bíblicas estrangeiras (30 milhões) e o dobro do que se produzia há seis anos.

Mas se produz tanto, por que afirmar que o número é insuficiente? Seibert explica: “Ter uma Bíblia, em primeiro lugar, não significa lê-la. Em segundo, se pegarmos o número de habitantes no Brasil (cerca de 190 milhões, segundo IBGE), vemos que a demanda é muito maior do que podemos atender, mesmo com o crescimento de nosso trabalho”.

Seibert calcula que, para que cada brasileiro tenha uma Bíblia aos quinze anos de idade, será preciso uma quantidade mínima de 12 milhões de exemplares produzidos em um ano. O desafio não é fácil, e pode se tornar ainda mais complicado. Estima-se que a quantidade de evangélicos no Brasil chegue a 109 milhões de pessoas até 2020, projeção que já dá sinais de certa se levados em conta os números de 2010 divulgados pelo Instituo Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE): 19% de toda a população nacional.

De cara, uma produção eficiente não seria impossível se houvessem mais editoras produzindo Bíblias no Brasil. Para Seibert, o projeto esbarra no interesse comercial. Na região Norte do Brasil, por exemplo, não há um trabalho de produção forte e Seibert aponta a razão: “O eixo Sudeste/Sul é mais vantajoso e prático, do ponto de vista empresarial. Nos últimos dez anos, muitas editoras de Bíblias fecharam as portas por não obterem o retorno esperado e outras preferem não arriscar em regiões afastadas” explica, ao destacar a postura da SBB nestas mesmas regiões ‘menos interessantes’. “Não somos uma editora, somos uma entidade. Por isso trabalhamos e investimos em lugares que não dão lucro. Nossa proposta é diferente”.

Com a marca de 100 milhões de Bíblias impressas, Seibert diz estar motivado a aumentar a produção anual da SBB, que deve ficar em torno de sete milhões nos próximos anos, aumentando inclusive a produção de exemplares segmentados como a ‘Bíblia da mulher’ e a ‘Bíblia do surfista’. “A segmentação é importante, a partir do momento em que se reconhece uma necessidade de fazê-la” finaliza.

Fonte: Creio e Site da "Nossa Rádio"

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

NEEMAIS: REEDIFICANDO OS MUROS

NE. 6.1-15.
1 – Os muros que um dia estavam caídos, agora estavam de pé. V.1
MURO: Proteção; parede forte em volta de um recinto.
CAIDO: Imoralidade, derrota, fracasso. Um lugar sem muro é de fácil acesso.

2 – Planos para parar a construção do muro. V.2
“Intentavam fazer-me mal”.

A – Tentam parar a obra
B - Lançar desânimo
C – Colocar defeitos
D – Caluniar
E – Tentaram contra Daniel, mas ele era fiel. Dn. 6.4

3 – Neemias fazia uma grande obra e não poderia parar. V.3
“Porque cessaria a obra...”.

O convite para descer é um perigo, veja o exemplo de Jonas:
No cap. 1 de Jonas, vemos o personagem descendo:
- de Ninive para Jope
- de Jope para Társis
- de Társis para o navio
- do navio para o porão
- do porão para o mar
-do mar para o ventre do peixe
- por fim foi vomitado.

4 – Neemias foi perseverante. V. 4
“Desistir nunca, avançar sempre!”

5 – Neemias foi caluniado. V. 5-7.
A – Não podendo pará-lo, surgem calunias.

B – Carta aberta. No oriente as cartas eram entregues ao governador em uma bolsa de seda.

6 – O plano era enfraquecer as mãos, para tirá-las da obra. V.9
Sejamos fortalecidos pelas mãos feridas no calvário.

7 – Neemias não parou, mas orou. V.9 b
“Agora, ó Deus, fortalece as minhas mãos”.

8 – Conclusão da obra. V.15
Cumpriu-se o propósito de Deus. Quando persistimos Deus cumpre em nós todos os seus planos.

9 – A frustração dos inimigos. V.16
A – Temeram
B – Abateram-se em seus conceitos
C – Reconheceram que Deus estava com o povo

CONCLUSÃO: 2 Cr. 15.7; “Mas quanto a vós, esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos, pois a vossa obra terá uma recompensa”.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lições da vida de Gideão.

Levíticos 6 e 7


Quem eram os midianitas?

Os midianitas eram povos nômades árabes dos desertos da Síria da Arábia. Esse povo oprimia Israel roubando suas colheitas e também seus animais .Eles tinham invadido a parte central da Palestina. Em um de seus ataques eles mataram os irmãos de Gideão, em uma terra chamada Tabor. Foi então que Gideão teve uma experiência com Deus, onde o Anjo do Senhor o chamou para fazer dele o libertador de Israel.

Detalhes da opressão midianita

Os midianitas destruíam toda a plantação de Israel, não deixando nenhum mantimento. Matavam as ovelhas, os bois e os jumentos. Eles entraram nas terras de Israel em multidões “como gafanhotos”, seus camelos eram inumeráveis, sua missão era dizimar o povo de Israel. A história diz que por causa disto, Israel se enfraquecia a cada dia.

O povo de Israel clamou pela ajuda de Deus

            Diante da situação de escravidão, o povo de Israel não tinha como se livrar das mãos de um inimigo tão numeroso e poderoso como os midianitas. Na lógica, seu exército era mais frágil e o povo estava desmotivado para batalhar. O medo não os deixava acreditar que seriam capazes de vencer seus inimigos. A única solução foi “clamar ao Senhor”, pedir ajuda a Deus. A Bíblia diz que diante do pedido de socorro de Israel, Deus lhes fez lembrar de outras vezes que eles estiveram em apuros e que Deus os livrou das mãos de seus opressores. Somos levados a pensar que Deus nos desamparou nos momentos de adversidade. Existem pessoas que não sentem Deus nas tempestades, nas dificuldades, nas doenças, porém, Ele sempre está perto daqueles que o clamam, daqueles que acreditam que Ele pode solucionar os seus problemas. Diante disto, Deus chamou Gideão.

                   Como Gideão foi chamado para esta batalha

            Gideão estava preparando o trigo para depositá-lo ás escondidas dos midianitas. Mesmo na adversidade, quando tudo estava contrário, ele não parou. O que é mais fácil? Aceitar os problemas e conviver com eles? Trancar o quarto e fazer de contas que tudo está bem, com medo de sair e se deparar com os conflitos? Passar uma vida toda sendo passivo com situações contrárias? “Ó vida, ó céus, ó azar!” Não é o que muitos têm dito? Deus não quer que você viva nesta situação. As pessoas que Ele procura para as batalhas da vida têm que ser como Gideão: dispostas, corajosas, motivadas, prontas para vencer. Faça como Gideão, continue mesmo contra a lógica, e Deus estará com você.

                 Gideão e sua revolução espiritual (Juízes 6.24-28)

            A tribo a qual Gideão pertencia estava entregue a uma religião pagã. Era necessário uma decisão emergencial: romper com seus costumes para estar mais próximo de Deus, visto que o povo de Israel não era um povo politeísta (que possuía muitos deuses), mas monoteísta (adoravam a um Único Deus). A primeira coisa que Gideão fez foi voltar-se para Deus. Precisamos, assim como Gideão, nos aproximarmos mais de Deus e nos distanciar de tudo que nos separa Dele. Depois que Gideão tomou esta decisão, a Bíblia diz que o “Espírito do Senhor apoderou-se de Gideão”, ou seja, ele se tornou um homem cheio de Deus. Eis o motivo das vitórias de Gideão!
           
            O povo que se ajuntou a Gideão (Juízes 6.34)

            Quando o povo viu que Deus estava com Gideão, muita gente se ajuntou a ele para guerrear contra os midianitas. É interessante como as pessoas querem estar ao lado de pessoas motivadas, que sabem o que querem e para onde estão indo. Segundo a Bíblia, a princípio, eram 32 mil guerreiros que se ajuntaram a Gideão (Juízes 7.3). Esteja ao lado de homens de Deus!

                Gideão venceu só por causa dos 300 homens ou foi um milagre divino? ( Juízes 7)

            “Disse Deus a Gideão: o povo que está contigo é demais para Eu entregar os midianitas em suas mãos. Não seja o caso que Israel se glorie contra mim, dizendo: Foi a minha própria mão que me livrou.” (Juízes 7.2)
            Diante daquela multidão, Deus deu uma ordem: “Aquele que for medroso, volte.” Dos 32 mil, só ficaram 10 mil. Isso mesmo, 22 mil voltaram para trás, mas para Deus ainda era gente demais. “Disse mais o Senhor a Gideão: Ainda são muitos.” Deus, mais uma vez, separa aqueles que estão dispostos a batalhar. Desta vez os homens foram levados a um riacho para beber água. Aqueles que “lambessem as águas como cães” seriam os escolhidos, os que se ajoelhassem para beber voltariam para casa. Somente 300 lamberam as águas, 9.700 voltaram. A posição de “lamber as águas” demonstra destreza e prontidão, visto que a  boca está na água, mas os olhos prontos a ver o inimigo e a posição muito mais favorável para uma eventual defesa. Os ajoelhados demonstraram cansaço e falta de interesse.

            O que Deus disse a Gideão foi: “Com estes trezentos homens que lamberam a água vos livrarei, e entregarei os midianitas na tua mão.” (Juízes 7.7). Gideão dividiu aqueles 300 homens em 3 companhias de 100 homens e armou cada um deles com uma trombeta, um cântaro (vaso de barro) vazio e uma tocha acesa. 

            Gideão desceu ao acampamento dos midianitas e olha o que aconteceu:

            “Assim tocaram as três companhias as trombetas, despedaçaram os cântaros, segurando com as mãos esquerdas as tochas e com as direitas as trombetas para as tocarem, e clamaram: A espada do Senhor e de Gideão! E conservou-se cada um no seu lugar ao redor do arraial; então todo o exército deitou a correr e, gritando, fugiu. Pois, ao tocarem os trezentos as trombetas, o Senhor tornou a espada de um contra o outro, e isto em todo o arraial, e fugiram até Bete-Sita, em direção de Zererá, até os limites de Abel-Meolá, junto a Tabate.” (Juízes 7. 20-22)
           
Lições da vida de Gideão
1ª – É preciso ser forte diante das dificuldades.
2ª – Não posso me conformar com os problemas.
3ª – Não posso sentir-me vitima do mundo e de todos.
4ª – Não parar, estaguinar, preciso continuar minha vida, mesmo quando tudo parece ser contrário.
5ª – Não venço sozinho, preciso de Deus.
6ª – Preciso estar pronto para novos desafios.
7ª – Coragem para liderar.
8ª – Prontidão ao chamado de Deus.
9ª – É Deus quem me dá as estratégias para vencer, preciso confiar, mesmo que pareça ilógico.
10ª – Quem venceu a batalha não foram os 300, pois isto seria impossível, mas a fé de um homem em um Deus que pode tudo fazer.



Em Cristo, vencedor eternamente!

Samuel Eudóxio



Novo colaborador do blog

Caros leitores,

Temos um novo colaborador do blog do "Samuel Eudóxio". É com muito prazer e alegria que damos as boas vindas ao jovem Paulo Tadeu. Ele é um jovem cristão, compromissado com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra. Em breve teremos postagens assinadas por ele em nosso espaço. Que Deus possa usá-lo aqui no blog, assim como tem usado por onde tem passado. 


Seja bem vindo servo de Deus!


Em Cristo,


Samuel Eudóxio


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pesquisa: Jovens Saem da Igreja Por Ser Lugar ‘Pouco Amigável'

     Li no http://portuguese.christianpost.com esta matéria e estou postando para que possamos refletir e ganharmos nossos jovens. Algumas perguntas poderão surgir. O que a igreja deve fazer para não perder seus jovens para o mundo?


      "Pesquisadores descobriram que a grande maioria, ou 59% dos jovens cristãos abandonam a igreja de forma permanente ou durante um longo período de tempo após completar 15 anos de idade.
A pesquisa foi realizada pelo Grupo Barna, revela que grande parte dos jovens vê a igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento, segundo o site Cristianos.
      O estudo, que envolveu entrevistas com 1.296 jovens que são ou já foram membros de igrejas, é o resultado de um trabalho de cinco anos reunido no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” (Por que os jovens cristãos estão abandonando a Igreja e repensando a fé, em português), escrito pelo atual presidente do Grupo Barna, David Kinnaman.
      Os resultados da enquete mostram também que na faixa dos 18 a 29 anos os jovens acreditam que “os Cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”; e um terço deles simplesmente acha que “ir à igreja é chato”.
      Um dos fatores que vem colaborando para o distanciamento entre os jovens e a igreja é o confronto entre as expectativas religiosas e a experiência sexual dos jovens. Um em cada seis jovens Cristãos afirmam que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”.
      Enquanto isso, entre os entrevistados católicos, 40% dos jovens entre 18 e 29 anos acreditam que a doutrina de sua igreja em relação à sexualidade e ao controle de natalidade estão “desatualizados”.
      Entre os principais fatores que distanciam os jovens da igreja, foram identificados: a atitude superprotetora e exclusivista da igreja, o fato de oferecer uma experiência cristã superficial, visão antagônica à ciência, um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada, a não valorização de outros tipos de fé e espiritualidade e a hostilidade que a igreja trata quem não crê no que ela ensina.
      De acordo com o site Cristianos, Kinnaman classifica essa evasão dos jovens da igreja como um problema que requer providências urgentes, já que normalmente os jovens saem de casa cedo, vão para a faculdade ou começam logo a trabalhar, casam e têm filhos antes dos 30 anos.
      Segundo Kinnarman, as igrejas não estão preparadas para lidar com o ‘novo padrão’ vigente no mundo. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia”, conclui."


Fonte: christianpost.com


Samuel Eudóxio