Missões: Respostas para Objeções
John Piper
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Quando falei sobre Missões no domingo passado, tentei dar uma
resposta bíblica a possíveis obstáculos que estão no caminho de algumas
pessoas, os quais podem impedi-las de se engajar em missões. Minha oração é
que Deus use essas respostas para convocar mais pessoas para ir. Aqui estão
oito objeções e a respectiva resposta bíblica.
1. “Não sou esperto o suficiente”.
“Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste
século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela
sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da
pregação”. (1 Coríntios 1:20-21)
“Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios
segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que
são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para
confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para
confundir as fortes”. (1 Coríntios 1:26-27)
2. “Meu corpo e minha personalidade não são forte o suficiente”.
“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência
do poder seja de Deus, e não de nós”. (2 Coríntios 4:7)
“E [Cristo] disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se
aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas
fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto
prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições,
nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou
forte”. (2 Coríntios 12:9-10)
3. “Não sou um bom orador”.
“Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não
em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã”. (1
Coríntios 1:17)
Então disse Moisés ao SENHOR: Ah, meu Senhor! eu não sou homem
eloqüente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens
falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua. E
disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o
mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR?
Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de
falar”. (Êxodo 4:10-12)
4. “Tenho medo dos horrores sobre os quais leio nos jornais”.
“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em
derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual
resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre
os vossos irmãos no mundo. E o Deus de toda a graça, que em Cristo
Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um
pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará (katartisei – “remendar” ou “reparar”
vossos corpos horrivelmente desfigurados, quando os leões no coliseu terminarem com
vocês), confirmará, fortificará e fortalecerá”. (1 Pedro 5:8-10)
5. “Tenho medo que não seja frutífero”.
Sua responsabilidade não é ser frutífero, mas fiel.
“E [Jesus] dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse
semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a
semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. Porque a terra por
si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão
cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a
foice, porque está chegada a ceifa. (Marcos 4:26-29)
“Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. Por isso, nem
o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o
crescimento”. (1 Coríntios 3:16-17)
6. “Há muita coisa para fazer aqui”.
Verdade, mas há uma divisão de labor e Deus chama alguns para MISSÕES,
não apenas evangelismo. A diferença é vista em Romanos 15:19-24 (NVI):
“Assim, desde Jerusalém e arredores, até o Ilírico, proclamei [Paulo]
plenamente o evangelho de Cristo. Sempre fiz questão de pregar o
evangelho onde Cristo ainda não era conhecido… Mas agora, não
havendo nestas regiões nenhum lugar em que precise trabalhar… e
visto que já muitos anos anseio vê-los, planejo fazê-lo quando for à
Espanha”.
Como Paulo poderia dizer que não havia lugar em que precisasse trabalhar,
quando havia milhões naquela região para serem evangelizados? Porque
evangelismo (local) não é missões (transcultural)!
7. “Eu não sou casado”.
A melhor esposa é encontrada no caminho da obediência.
“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de
rubis”. (Provérbios 31:10).
Essa descoberta é excessivamente difícil. Ela acontecerá na vereda da
obediência.
8. “Temo que quando chegar lá, pode ficar claro que cometi um
engano e eu volte para casa envergonhado”.
O que é pior, vergonha por ter se esforçado para seguir a Cristo em missões,
ou medo de se aventurar? Vergonha diante dos outros por cometer um
engano não te machucará; ela humilhará você e pode torná-lo mais útil numa
nova situação. Mas o medo fará você inútil em qualquer lugar.
Considere Eclesiastes 11:4 e o que ele diz sobre risco:
“Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens
nunca segará”.
Significado: Sem encarar o risco de semear porque a semente pode ser levada
pelo vento, e de colher porque a chuva pode arruinar a colheita, você passará
fome.
Ó, quão preciosa é a refrescante palavra de Deus!
Pastor John
Fonte: www.monergismo.com
Fonte: http://www.desiringgod.org/
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade"(2 Tm 2.15).
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Agarre as oportunidades
Texto de C. H. Spurgeon
Alguns homens nunca estão acordados quando o trem parte, mas se arrastam até a estação ainda a tempo de ver que todo mundo já partiu e, então, dizem sonolentos: “Puxa vida, o trem já partiu? Meu relógio deve ter parado à noite”. Eles sempre chegam à cidade um dia após o início da feira e mostram suas mercadorias uma hora depois do mercado fechar. Eles aproveitam a oportunidade quando o sol se põe e cortam seu milho logo que o tempo bom termina. Eles gritam: “Segure firme!”, depois que o tiro saiu do revólver e fecham a porta do estábulo quando já roubaram o cavalo. São como a cauda da vaca, sempre atrás; pegam o tempo pelo calcanhar, não pelo cabelo; se é que realmente o aproveitam de alguma forma. Não têm mais valor que um almanaque velho cuja validade expirou por falta de uso. Infelizmente, não podemos ignorá-los, como faríamos com o almanaque, pois são como a velha senhora rabugenta beneficiária de uma anuidade da qual pretende receber o valor integral; eles não morrem apesar de não terem serventia vivos. Como dizem, a calma e a vida longa são primos irmãos, o resto é compaixão. Se eles são imortais enquanto tiverem trabalho a fazer não morrerão logo, pois ainda nem começaram a trabalhar. Em geral, as pessoas ociosas se desculpam pela preguiça dizendo: “Eu só estou um pouco atrasado”, mas um pouco atrasado é quase sempre muito atrasado, e um erro é um erro. Meu vizinho Sykes cobriu o poço depois que seu filho se afogou nele, enquanto ele estava muito ocupado na parte de baixo da velha fazenda trazendo baldes de água a fim de apagar o fogo que já tinha destruído toda a casa. Com certeza, ele fará seu testamento quando já não puder segurar a caneta e apenas pensará em se arrepender de seus pecados quando seus sentidos não funcionarem mais.
Essas carroças lentas pensam que amanhã é melhor que hoje e tomam por regra um antigo ditado transformado em confusão: “Não faça hoje o que pode deixar para amanhã”. Eles estão eternamente esperando que seu navio chegue e estão sempre sonhando e procurando coisas do amanhã, enquanto a grama cresce na área de plantio, e as vacas passam através das brechas da cerca. Se os pássaros não fizessem nada além de esperar que alguém pusesse sal em suas caudas, que refeição eles levariam para casa, para suas famílias! Mas enquanto as coisas se movem em seu próprio ritmo, os mais jovens, em casa, terão de encher suas bocas com colheres vazias. Eles dizem: “Não importa, tempos melhores virão, esperemos mais um pouco”. Seus pássaros todos estão no arbusto e, de acordo com a avaliação deles, raramente estão gordos, e precisariam estar, pois ainda não têm nada em mãos, e a esposa e as crianças estão quase mortos de fome. Eles dizem que alguma coisa acontecerá, mas por que os preguiçosos não fazem acontecer por si mesmos? O tempo e a maré não esperam por ninguém, e mesmo assim esses camaradas desperdiçam o tempo como se fossem donos dele e da vida e tivessem uma gaiola cheia de oportunidades. Eles descobrirão seu erro quando a necessidade acabar com eles, e isso não demora muito a acontecer com alguns em nossa aldeia que já estão há um bom tempo a caminho da terra da necessidade. Quem não ara não pode esperar ter alimento; os que desperdiçam na primavera têm um outono magro. Eles não malharam enquanto o ferro estava quente e logo descobrirão que o ferro frio é muito difícil de malhar.
“O que não quer enquanto pode, Recebe um não quando quer.”
O tempo não fica amarrado ao poste como o cavalo, à manjedoura. Ele passa como o vento, e o que mói seu milho com o vento precisa pôr em movimento as velas do moinho. O que boceja até ser alimentado fará isso até morrer. Não se consegue nada sem sacrifício além de pobreza e sujeira. De acordo com o antigo dito: “O Jack progrediu por causa de sua estupidez”. Penso que o Jack veria que isso é muito diferente hoje, mas o Jack, em tempo algum, progrediria pela tolice, deixando as oportunidades presentes escaparem dele, porque as lebres nunca chegam perto da boca dos cães enquanto eles dormem. Pois para quem tem tempo e espera sempre um momento melhor, chega o momento em que se arrepende do tempo perdido. Não adianta ficar deitado chorando: “Deus me ajude!”. Deus ajuda os que ajudam a si mesmos. Quando vejo um homem que declara que as coisas não vão bem e que nunca tem sorte, em geral, digo a mim mesmo: “Aquele ganso velho não se sentou sobre os ovos antes de estarem todos fecundados e agora culpa a providência porque eles não chocaram. Na realidade, eu nunca tive fé na sorte, mas, em casos excepcionais, acredito que a sorte auxilia um homem a passar sobre um fosso se ele pular bem e coloca um pedaço de bacon em seu alforje se ele correr atrás de um porco. A sorte geralmente vem para aqueles que procuram por ela, e a meu ver ela bate na porta de todo mundo, pelo menos uma vez na vida, mas se não aproveitamos a oportunidade, ela vai embora. Os que perderam a última chance e deixaram cada oportunidade passar por eles, amaldiçoam a providência por pôr tudo contra eles: “Se eu fosse um chapeleiro, os homens nasceriam sem cabeças”. Outro diz: “Se eu fosse procurar água no mar, ele secaria”. Todo vento é louco para um navio desgovernado. Nem os sábios nem os ricos podem ajudar quem recusou ajudar a si mesmo por muito tempo. João Lavrador, de forma muito gentil, envia seus cumprimentos aos amigos e agora que a colheita terminou e o lúpulo está todo colhido, ele, conforme prometeu, pretende dar-lhes um pouco de poesia apenas para testar o polimento. João pediu que o ministro que lhe emprestasse as obras de um poeta, ele enviou a obra de George Herbert – sem dúvida, muito bom, mas tão difícil como Harkaway Wood. No entanto, uma boa parte desses estranhos versos antigos, de vez em quando, ainda aparece como cachos de nozes muito doces, mas algumas delas são ainda mais difíceis de quebrar. Embora o verso, a seguir, esteja próximo do que falei, na verdade, ele é bem simples, e João, apesar de pedir perdão ao poeta, não vê rima nele. Entretanto, como é de autoria do grande Herbert, ele tem de ser bom e é o bastante para ornamentar a palavra de João, como a flor colocada na lapela de um paletó domingueiro.
Deixa que teu pensar fique submisso, calmo, projetando onde,quando e como tuas ocupações podem ser feitas.A negligência cria larvas, mas o viajante confiante, mesmo que apeado algumas vezes, prossegue.Sozinho, age e impulsiona almas a viverem. Escreve sobre os outros, eis aqui um desses.
Autor: C.H Spurfgeon.
Livro: Sabedoria Bíblica - Conselhos simples para pessoas simples. p. 23-4
Editora: Shedd Publicações
Alguns homens nunca estão acordados quando o trem parte, mas se arrastam até a estação ainda a tempo de ver que todo mundo já partiu e, então, dizem sonolentos: “Puxa vida, o trem já partiu? Meu relógio deve ter parado à noite”. Eles sempre chegam à cidade um dia após o início da feira e mostram suas mercadorias uma hora depois do mercado fechar. Eles aproveitam a oportunidade quando o sol se põe e cortam seu milho logo que o tempo bom termina. Eles gritam: “Segure firme!”, depois que o tiro saiu do revólver e fecham a porta do estábulo quando já roubaram o cavalo. São como a cauda da vaca, sempre atrás; pegam o tempo pelo calcanhar, não pelo cabelo; se é que realmente o aproveitam de alguma forma. Não têm mais valor que um almanaque velho cuja validade expirou por falta de uso. Infelizmente, não podemos ignorá-los, como faríamos com o almanaque, pois são como a velha senhora rabugenta beneficiária de uma anuidade da qual pretende receber o valor integral; eles não morrem apesar de não terem serventia vivos. Como dizem, a calma e a vida longa são primos irmãos, o resto é compaixão. Se eles são imortais enquanto tiverem trabalho a fazer não morrerão logo, pois ainda nem começaram a trabalhar. Em geral, as pessoas ociosas se desculpam pela preguiça dizendo: “Eu só estou um pouco atrasado”, mas um pouco atrasado é quase sempre muito atrasado, e um erro é um erro. Meu vizinho Sykes cobriu o poço depois que seu filho se afogou nele, enquanto ele estava muito ocupado na parte de baixo da velha fazenda trazendo baldes de água a fim de apagar o fogo que já tinha destruído toda a casa. Com certeza, ele fará seu testamento quando já não puder segurar a caneta e apenas pensará em se arrepender de seus pecados quando seus sentidos não funcionarem mais.
Essas carroças lentas pensam que amanhã é melhor que hoje e tomam por regra um antigo ditado transformado em confusão: “Não faça hoje o que pode deixar para amanhã”. Eles estão eternamente esperando que seu navio chegue e estão sempre sonhando e procurando coisas do amanhã, enquanto a grama cresce na área de plantio, e as vacas passam através das brechas da cerca. Se os pássaros não fizessem nada além de esperar que alguém pusesse sal em suas caudas, que refeição eles levariam para casa, para suas famílias! Mas enquanto as coisas se movem em seu próprio ritmo, os mais jovens, em casa, terão de encher suas bocas com colheres vazias. Eles dizem: “Não importa, tempos melhores virão, esperemos mais um pouco”. Seus pássaros todos estão no arbusto e, de acordo com a avaliação deles, raramente estão gordos, e precisariam estar, pois ainda não têm nada em mãos, e a esposa e as crianças estão quase mortos de fome. Eles dizem que alguma coisa acontecerá, mas por que os preguiçosos não fazem acontecer por si mesmos? O tempo e a maré não esperam por ninguém, e mesmo assim esses camaradas desperdiçam o tempo como se fossem donos dele e da vida e tivessem uma gaiola cheia de oportunidades. Eles descobrirão seu erro quando a necessidade acabar com eles, e isso não demora muito a acontecer com alguns em nossa aldeia que já estão há um bom tempo a caminho da terra da necessidade. Quem não ara não pode esperar ter alimento; os que desperdiçam na primavera têm um outono magro. Eles não malharam enquanto o ferro estava quente e logo descobrirão que o ferro frio é muito difícil de malhar.
“O que não quer enquanto pode, Recebe um não quando quer.”
O tempo não fica amarrado ao poste como o cavalo, à manjedoura. Ele passa como o vento, e o que mói seu milho com o vento precisa pôr em movimento as velas do moinho. O que boceja até ser alimentado fará isso até morrer. Não se consegue nada sem sacrifício além de pobreza e sujeira. De acordo com o antigo dito: “O Jack progrediu por causa de sua estupidez”. Penso que o Jack veria que isso é muito diferente hoje, mas o Jack, em tempo algum, progrediria pela tolice, deixando as oportunidades presentes escaparem dele, porque as lebres nunca chegam perto da boca dos cães enquanto eles dormem. Pois para quem tem tempo e espera sempre um momento melhor, chega o momento em que se arrepende do tempo perdido. Não adianta ficar deitado chorando: “Deus me ajude!”. Deus ajuda os que ajudam a si mesmos. Quando vejo um homem que declara que as coisas não vão bem e que nunca tem sorte, em geral, digo a mim mesmo: “Aquele ganso velho não se sentou sobre os ovos antes de estarem todos fecundados e agora culpa a providência porque eles não chocaram. Na realidade, eu nunca tive fé na sorte, mas, em casos excepcionais, acredito que a sorte auxilia um homem a passar sobre um fosso se ele pular bem e coloca um pedaço de bacon em seu alforje se ele correr atrás de um porco. A sorte geralmente vem para aqueles que procuram por ela, e a meu ver ela bate na porta de todo mundo, pelo menos uma vez na vida, mas se não aproveitamos a oportunidade, ela vai embora. Os que perderam a última chance e deixaram cada oportunidade passar por eles, amaldiçoam a providência por pôr tudo contra eles: “Se eu fosse um chapeleiro, os homens nasceriam sem cabeças”. Outro diz: “Se eu fosse procurar água no mar, ele secaria”. Todo vento é louco para um navio desgovernado. Nem os sábios nem os ricos podem ajudar quem recusou ajudar a si mesmo por muito tempo. João Lavrador, de forma muito gentil, envia seus cumprimentos aos amigos e agora que a colheita terminou e o lúpulo está todo colhido, ele, conforme prometeu, pretende dar-lhes um pouco de poesia apenas para testar o polimento. João pediu que o ministro que lhe emprestasse as obras de um poeta, ele enviou a obra de George Herbert – sem dúvida, muito bom, mas tão difícil como Harkaway Wood. No entanto, uma boa parte desses estranhos versos antigos, de vez em quando, ainda aparece como cachos de nozes muito doces, mas algumas delas são ainda mais difíceis de quebrar. Embora o verso, a seguir, esteja próximo do que falei, na verdade, ele é bem simples, e João, apesar de pedir perdão ao poeta, não vê rima nele. Entretanto, como é de autoria do grande Herbert, ele tem de ser bom e é o bastante para ornamentar a palavra de João, como a flor colocada na lapela de um paletó domingueiro.
Deixa que teu pensar fique submisso, calmo, projetando onde,quando e como tuas ocupações podem ser feitas.A negligência cria larvas, mas o viajante confiante, mesmo que apeado algumas vezes, prossegue.Sozinho, age e impulsiona almas a viverem. Escreve sobre os outros, eis aqui um desses.
Autor: C.H Spurfgeon.
Livro: Sabedoria Bíblica - Conselhos simples para pessoas simples. p. 23-4
Editora: Shedd Publicações
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O Monte da Transfiguração. Mt 17. 1-13.
No Monte da Transfiguração estavam sete pessoas:
- Deus: O Eterno Pai.
- Cristo: O Redentor do mundo.
- Moisés: Representante da Lei.
- Elias: Representante dos Profetas.
- Pedro, Tiago e João: O núcleo da Igreja Cristã.
- Eram duas personagens da velha dispensação, três da nova aliança, uma de todas e Deus sobre todas.
1 – Moisés.
Para testemunhar que a Lei não foi suficiente para salvação do homem. Pelo fato do homem não ter forças para cumprir a Lei, esta se tornou morte para ele e não vida. Moisés foi o homem que recebeu o Decálogo no Sinai. Em Nm. 27 Moisés sobe ao monte e vê de longe a terra em que nunca entraria. Agora ele fala sobre um sacrifício que anularia para sempre os pecados que lhe impediu de entrar na terra.
2 – Elias.
Testemunhando em favor dos profetas. Eles pregaram, mas não foram ouvidos; foram martirizados e o povo não se converteu.
3 – Jesus.
O Único que poderia mudar a triste situação do homem; substituir com êxito tanto os sacrifícios da lei, quanto os profetas. Em Lc. 9.31 nos diz que naquele momento, eles falavam sobre a morte de Jesus. Estava provado, e Moisés e Elias eram testemunhas que nas velhas dispensacões o homem só falhou e que era necessário Jesus morrer uma vez por todas, “o justo pelos pecadores”, o Único Salvador.
4 – Pedro, Tiago e João.
Representando a nova dispensação, a Igreja. O novo povo, composto de todas as nações da Terra, não só entre os judeus. Os crentes em Cristo, que gozariam dos benefícios da morte de Jesus. A igreja marcha triunfante através deste sacrifício.
5 – Deus.
Está acima da Lei e dos profetas. Governa sobre a igreja; se interessa pelo homem e provou isso entregando o próprio Filho para morrer na cruz.
O sacrifício de Jesus já estava planejado desde a fundação do mundo. Deus mostra aos homens do passado (Moisés e Elias), que Ele tinha algo mais Poderoso que a Lei para vencer Satanás e fazer o homem triunfar.
- Deus: O Eterno Pai.
- Cristo: O Redentor do mundo.
- Moisés: Representante da Lei.
- Elias: Representante dos Profetas.
- Pedro, Tiago e João: O núcleo da Igreja Cristã.
- Eram duas personagens da velha dispensação, três da nova aliança, uma de todas e Deus sobre todas.
1 – Moisés.
Para testemunhar que a Lei não foi suficiente para salvação do homem. Pelo fato do homem não ter forças para cumprir a Lei, esta se tornou morte para ele e não vida. Moisés foi o homem que recebeu o Decálogo no Sinai. Em Nm. 27 Moisés sobe ao monte e vê de longe a terra em que nunca entraria. Agora ele fala sobre um sacrifício que anularia para sempre os pecados que lhe impediu de entrar na terra.
2 – Elias.
Testemunhando em favor dos profetas. Eles pregaram, mas não foram ouvidos; foram martirizados e o povo não se converteu.
3 – Jesus.
O Único que poderia mudar a triste situação do homem; substituir com êxito tanto os sacrifícios da lei, quanto os profetas. Em Lc. 9.31 nos diz que naquele momento, eles falavam sobre a morte de Jesus. Estava provado, e Moisés e Elias eram testemunhas que nas velhas dispensacões o homem só falhou e que era necessário Jesus morrer uma vez por todas, “o justo pelos pecadores”, o Único Salvador.
4 – Pedro, Tiago e João.
Representando a nova dispensação, a Igreja. O novo povo, composto de todas as nações da Terra, não só entre os judeus. Os crentes em Cristo, que gozariam dos benefícios da morte de Jesus. A igreja marcha triunfante através deste sacrifício.
5 – Deus.
Está acima da Lei e dos profetas. Governa sobre a igreja; se interessa pelo homem e provou isso entregando o próprio Filho para morrer na cruz.
O sacrifício de Jesus já estava planejado desde a fundação do mundo. Deus mostra aos homens do passado (Moisés e Elias), que Ele tinha algo mais Poderoso que a Lei para vencer Satanás e fazer o homem triunfar.
domingo, 7 de junho de 2009
Um poema de Charles H. Spurgeon

Existe um tempo, não sabemos quando,
Um ponto, não sabemos onde,
Que marca o destino dos homens,
Para glória ou desgraça.
Existe uma linha a nós invisível,
Que cruza cada caminho;
O limite misterioso entre
A paciência e a ira de Deus.
Passar este limite é morrer,
Morrer como se em segredo:
Ele não apagasse o olhar que brilha,
Nem empalidecesse a saúde que incandesce.
A consciência pode estar todavia tranqüila,
O espírito leve e alegre;
Naquele que pensa estar agradando,
E nem cuida ser arremessado para longe.
Mas sobre esta testa, Deus tem colocado
Permanentemente uma marca
Invisível ao homem, porque o homem ainda
É cego e corre na escuridão.
E ainda que o caminho do homem condenado
Como o Éden possa ter florido;
Ele não sabia, nem sabe, nem saberá,
Nem sente que está condenado.
Ele pensa e sente que tudo está bem,
E cada medo é tranqüilizado;
Ele vive, morre, acorda no inferno,
Não somente condenado mas desaprovado.
Ó, onde está Tua misteriosa linha,
A qual nosso caminho cruza,
Além da qual o próprio Deus tem jurado,
Estar perdido quem dela passar?
Até onde podemos viver pecando?
Quanto Deus tolerará?
Quando a esperança termina? E onde começam
Os confins do desespero?
Uma resposta dos céus é enviada:
‘Tu que te desvias de Deus
Enquanto és chamado, hoje, Arrepende-te!
E não endureças o teu coração.’
Fonte: poesiaevangelica.blogspot.com
domingo, 31 de maio de 2009
A exposição Bíblica e a reação do ouvinte.
A reação à palavra de Deus depende do conteúdo da Palavra que foi falada.
· Se Deus fala a nós a respeito de si mesmo, nós respondemos nos humilhando perante ele em adoração.
· Se Deus fala a respeito de nós - nossa desobediência, leviandade e culpa - então respondemos em penitência e confissão.
· Se ele fala a nós a respeito de Jesus Cristo e a glória de sua pessoa e obra, nós respondemos em fé, agarrando-nos a esse Salvador.
· Se ele fala a respeito de suas promessas, nós nos determinamos a herdá-las.
· Se ele fala a respeito de seus mandamentos, nós nos determinamos a obedecer-lhes.
· Se ele fala a nós a respeito do mundo exterior e suas colossais necessidades materiais e espirituais, então respondemos quando surge dentro de nós sua compaixão para levar o evangelho por todo o mundo, para alimentar os famintos e cuidar dos pobres.
· Se ele fala a nós a respeito do futuro, a respeito da vinda de Cristo e da glória que se seguirá, então nossa esperança está acesa e decidimos ser santos e estar ocupados até que ele venha.
O pregador que se aprofundou no texto, que o isolou e desenvolveu seu tema principal, e que ficou profundamente agitado ele mesmo pelo texto que estudou, baterá o martelo em sua conclusão. O pregador concederá às pessoas uma chance de reagir a ele, frequentemente em oração silenciosa à medida que cada um é conduzido pelo Espírito Santo a uma obediência apropriada.
É um enorme privilégio ser um expositor bíblico - estar no púlpito com a Palavra de Deus em nossas mãos, o Espírito em nosso coração e o povo de Deus perante nossos olhos aguardando esperançosamente a voz de Deus para ser ouvida e obedecida.
Fonte: A Arte e o Ofício da Pregação Bíblica, Vida Nova.
· Se Deus fala a nós a respeito de si mesmo, nós respondemos nos humilhando perante ele em adoração.
· Se Deus fala a respeito de nós - nossa desobediência, leviandade e culpa - então respondemos em penitência e confissão.
· Se ele fala a nós a respeito de Jesus Cristo e a glória de sua pessoa e obra, nós respondemos em fé, agarrando-nos a esse Salvador.
· Se ele fala a respeito de suas promessas, nós nos determinamos a herdá-las.
· Se ele fala a respeito de seus mandamentos, nós nos determinamos a obedecer-lhes.
· Se ele fala a nós a respeito do mundo exterior e suas colossais necessidades materiais e espirituais, então respondemos quando surge dentro de nós sua compaixão para levar o evangelho por todo o mundo, para alimentar os famintos e cuidar dos pobres.
· Se ele fala a nós a respeito do futuro, a respeito da vinda de Cristo e da glória que se seguirá, então nossa esperança está acesa e decidimos ser santos e estar ocupados até que ele venha.
O pregador que se aprofundou no texto, que o isolou e desenvolveu seu tema principal, e que ficou profundamente agitado ele mesmo pelo texto que estudou, baterá o martelo em sua conclusão. O pregador concederá às pessoas uma chance de reagir a ele, frequentemente em oração silenciosa à medida que cada um é conduzido pelo Espírito Santo a uma obediência apropriada.
É um enorme privilégio ser um expositor bíblico - estar no púlpito com a Palavra de Deus em nossas mãos, o Espírito em nosso coração e o povo de Deus perante nossos olhos aguardando esperançosamente a voz de Deus para ser ouvida e obedecida.
Fonte: A Arte e o Ofício da Pregação Bíblica, Vida Nova.
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